Fonte da ilusão. Fonte da imaginação.
É como só isso bastasse, é faltante, amarga e companheira.
Na qual dedico estas linhas, onde demonstro parte escondida e obscuras das vozes
que loucamente gritam na mudez paralisante. Palavras incompletas, instantes ofuscados
Na leitura do dito que não foi dito, mas está dito. Escute.Olhe. Observe. É preciso silêncio na alma.
As vezes parece que não reconheço. Apenas minto e omito.
A luz que não está tão clara, está presente, conflitante com ela. É um dialogo de duas
irmãs que brigam, brigam, brigam, uma queria ser a outra. Nem que seja para ser uma noite,
ou para ser dia. Ela me encanta, me fascina, me domina.
Me revela e como revela. Minha imagem que não parece.
Sombria, possuidora.
Ali está anjos e demônios, seres imaginários que compõe o enredos de sua moradia.
Ela vem sempre, as vezes demora, parece que não vai chegar, mais chega.
O que ela causa é singular a cada ser.
Nem fera nem bela.
Somente existe.
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